Janela

Janelas

Entre o que dividem espaços tangíveis e intangíveis, as janelas existem em meio a muros com uma narrativa simbólica.

Muitas vezes abertas, outras fechadas, algumas quebradas, outras aprisionadas, muitas escondidas, outras expostas, as vezes é escuridão, outras a própria luz,  entre o que dividem espaços tangíveis e intangíveis, as janelas existem em meio a muros com uma narrativa simbólica, pois o que não se vê de fora, é o que se estar a ver de dentro, e o olhar interno, se torna o julgamento do externo. A própria se comporta como uma fonte de projeção entre o observador e o observado, ela tem voz, mas sempre silenciosas, suas formas são músicas, mas sem nenhuma nota, ela pode aproximar, mas também distanciar, seus vidros são proteção mas as vezes são espelhos, as pedras que atingem podem vir de fora, mas muitas vezes saem de dentro, entre muros e janelas dois hiatos, liberdade e prisão.

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