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Processing: experimentação digital

Atualmente tive o contato com uma linguagem digital a qual tive certa curiosidade em entender o motivo de sua experimentação e como interpretar essa linguagem que recentemente vem dominando o universo digital por diversos artistas, linguagem a qual me refiro sendo o “Processing”. Pude ter esse primeiro contato visitando exposições como a “FILE” apresentando pela Fiesp e “Rumos Arte Cibernética” apresentado pelo Itaú Cultural.

Ambos apresentavam diversas experimentações, sendo alguns com interatividade ao público e outras trazendo a experimentação do pensamento aos observadores.

Processing é uma ferramenta múltipla, uma linguagem de computador usada para criação de imagens e animações digitais, que podem se formar a partir de regras, e se desenvolver para uma estética inesperada. Assim o artista vai brincando com o acaso, um conceito muito parecido com o processo criativo no mundo real, de pincéis, texturas e formas. No mundo digital o artista também cria as regras usadas na composição, de formas e movimentos. E este artista é diferente, é familiar com a programação de computador.

Processing tem uma interface simples, e o designer ou artista cria a partir da programação. Ele “escreve” a imagem, ou seja, a regra que vai criar a imagem. Apesar de simples, o Processing pode criar projetos ambiciosos de interatividade e animação. As animações são auto-generativas; a partir de uma equação pode mudar de direção, tomar diferentes formas, cores, movimentos. São desenhos automáticos, onde o artista define todas as variáveis. Processing é um modo diferente do designer criar: ele define um ponto de origem e uma série de condições, e depois assiste o trabalho “acontecer”.

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